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A guerra das estrelas de George Lucas Ep. 3

Nesta edição de Universos Paralelos, um programa do podcast Segundo Take, António Araújo, José Carlos Maltez e Tomás Agostinho recordam a história recente da venda da Lucasfilm à Disney e olham sobre as consequências deste negócio milionário para a saga Star Wars, bem como os caminhos trilhados depois do afastamento do seu criador. Deixo-vos aqui a folha de sala de introdução à conversa.

A guerra das estrelas de George Lucas Ep. 2

Nesta edição de Universos Paralelos, um programa do podcast Segundo Take, António Araújo, José Carlos Maltez e Tomás Agostinho sentem a Força do universo criado por George Lucas numa viagem épica que nos levará das prequelas do Star Wars, em 1999, até pouco depois da primeira década do novo milénio, à sombra de uma anunciada aquisição milionária.. Deixo-vos aqui a folha de sala de introdução à conversa.

A guerra das estrelas de George Lucas Ep. 1

Nesta edição de Universos Paralelos, um programa do podcast Segundo Take, António Araújo, José Carlos Maltez e Tomás Agostinho sentem a Força do universo criado por George Lucas numa viagem épica que nos levará da génese do Star Wars, por volta de 1973, percorrerá a multitude de criações que inspirou, e terminará perto do novo milénio e da promessa de novas e excitantes aventuras há muito tempo, numa galáxia muito distante. Deixo-vos aqui a folha de sala de introdução à conversa.

Sobre as prequelas muito já foi dito, justa e injustamente. É fascinante como a expectativa de adorar algo pode ser de tal forma poderosa convertendo-se no seu oposto. Ninguém que fala mal das prequelas não queria adorar aqueles filmes. As razões serão as mais variadas e eu vou tentar avançar com as minhas: o maior problema das prequelas está nas promessas que se encontram encerradas na própria trilogia original do que elas seriam. O mistério do que ficou por contar. As lendas, os mitos e os pontos de vista que ficaram por esclarecer. De certa forma, sem que disso tenha qualquer culpa, George Lucas falhou na missão de construir a história que correspondesse às milhões de expectativas diferentes, tantas quantos os fãs que sonharam com o Star Wars desde miúdos.

Quando estrearam em 1997 as edições especiais do Star Wars fiquei radiante: esta era a oportunidade de ouro para ver os filmes no cinema. E ainda para mais com cenas revistas e aumentadas. Só podia ser uma boa ideia! Afinal de contas, por esta altura, apesar de fenómeno cultural, não tínhamos Star Wars em cada esquina, nem sequer havia a promessa de mais filmes no horizonte, pelo menos que fosse do conhecimento geral.

Finalmente, à terceira, a peça do puzzle que faltava. Quem tem acompanhado estes artigos sabe a esta altura que O Império Contra-Ataca foi o último filme da trilogia original que vi. É aqui que o template esboçado no filme original é aprofundado com o desenvolvimento das personagens e das suas relações na construção de um épico edipiano onde a luta entre o bem e o mal à larga escala é traduzida numa batalha pessoal e familiar onde os pecados dos pais lançam uma sombra sobre os filhos, as suas opções, as suas escolhas e, subsequentemente, o seu destino.

O Regresso de Jedi foi para o Star Wars o que o Indiana Jones e o Templo Perdido foi para o Indiana Jones. Mal amados na mitologia das suas respectivas sagas mas, em ambos os casos, os meus filmes de entrada nestes universos que me definiram os gostos cinéfilos em tenra idade. É por isso que nunca conseguirei deixar de gostar de ambos com um travo nostálgico incontornável. Mesmo percebendo que, exceptuando o 1º acto, O Regresso deJedi é um remake do Star Wars original. Mesmo abandonando Han Solo a Falcão Milenar durante quase todo o filme. Mesmo havendo Ewoks.