Episódio 226 / A imoralidade da invisibilidade
Neste episódio, somos assombrados pela actualização para o século XXI de O Homem Invisível por Leigh Whannell, um filme encabeçado por Elisabeth Moss, traçando o paralelismo com outras leituras do romance de H. G. Wells, nomeadamente a popular adaptação de 1933 por James Whale, e a modernização em 2000 por Paul Verhoeven com o título O Homem Transparente.
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Neste episódio voltamos a contemplar os céus, desta vez com um olhar mais pessimista, com Vieram do Espaço, realizado em 1953 por Jack Arnold, e A Terra em Perigo, clássico de Don Siegel de 1956.
Neste episódio olhamos sobre a tragédia do Titanic e sobre dois filmes da década de 50 que partilharam o mesmo título nacional, A Tragédia do Titanic, em que se recriou o naufrágio do luxuoso transatlântico: Titanic, de 1953, e A Night to Remember, adaptação de 1958 do livro com o mesmo nome de Walter Lord, considerado como o trabalho definitivo sobre o acidente.
Neste episódio dou início ao mini-ciclo “A ameaça alienígena”, dedicada ao cinema norte-americano de ficção científica da década de cinquenta em que se olhava com receio para as estrelas. Neste primeiro de três episódios dedicados ao tema falamos de A Ameaça (1951), uma popular produção de Howard Hawks realizada por Christian Nyby, e Invasores de Marte (1953), uma realização de William Cameron Menzies.
Neste episódio olhamos sobre o lado mais negro de Billy Wilder, um dos mais celebrados realizadores da era dourada de Hollywood, responsável por alguns dos títulos mais importantes do film noir.
Neste episódio concluo o ciclo que dediquei durante 2018 ao film noir com dois fulgurantes filmes que encarnam duas temáticas caras ao género, respectivamente «violência masculina» e «perversidade e corrupção»: Fúria Sanguinária, de Raoul Walsh, e Corrupção, de Fritz Lang.
Neste episódio exploramos o clássico de 1978 de John Carpenter, Halloween, estreado entre nós como O Regresso do Mal, e, tal como a sequela do mesmo nome que estreou a semana passada nos cinemas, ignoramos quarenta anos de sequelas, reboots e remakes para lançar um olhar sobre o regresso da encarnação do mal, Michael Myers, e Jamie Lee Curtis, no papel da sobrevivente Laurie Strode, pela mão de David Gordon Green e Danny McBride.
Neste episódio arrisco-me a olhar sobre dois clássicos maiores de um género que só agora começo a descobrir verdadeiramente: o western. Falo de A Desaparecida, obra consagrada de 1956 realizada por John Ford, e Rio Bravo, o sucesso de 1959 da autoria de Howard Hawks.
Neste episódio, que a programação ditou ser o de Natal, concluo o ciclo desde ano sobre zombies e vampiros com dois filmes britânicos que deram início à popularidade que os mortos-vivos gozam no actual panorama cultural: 28 Dias Depois, a experiência de baixo orçamento realizada em 2002 por Danny Boyle, e Shaun of the Dead, a brilhante comédia reverencial de Edgar Wright, em colaboração com Simon Pegg, produzida dois anos mais tarde.
Neste episódio concluo o especial Orson Welles com dois filmes menos celebrados da recta final da sua carreira: O Processo, adaptação de 1962 da popular obra inacabada de Franz Kafka, e F de Fraude , um documentário de 1973 sobre charlatões tão original e inventivo que tiveram de o classificar de filme-ensaio.
Neste episódio convido-vos a uma viagem ao futuro. Mais precisamente até 2049, trinta anos após os acontecimentos de Blade Runner: Perigo Iminente. Denis Villeneuve substituiu Ridley Scott na cadeira de realizador e, em Blade Runner 2049, propõe um reencontro com Rick Deckard, a personagem interpretada por Harrison Ford que pode ser a chave para um mistério do passado investigado pelo agente K., a nova personagem central encarnada por Ryan Gosling.





Neste episódio espontâneo do Segundo Take, recebo Hugo Gomes (Bola Preta), Rui Alves de Sousa (Imperdoável) e Tiago Laranjo (Na Gaveta) para a elaboração dos 10 melhores filmes de Joel Schumacher em formato de “colaboração competitiva".