Recordando Charlie Chaplin

O Homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar.
— Charlie Chaplin

Faz hoje 38 anos que Charlie Chaplin partiu. A sua obra e o seu génio existirão para sempre, apesar da sua carreira se confundir com os primeiros passos do cinema, na era do mudo.

Quem não conhece a sua personagem do Vagabundo, também conhecida entre nós como Charlot? Um pobretanas com as maneiras e dignidade de um cavalheiro com o coração na manga do casaco, sempre pronto a ajudar quem precisa, muitas vezes com sacrifício pessoal, e a cortejar uma senhora, sonhando com o amor independentemente de classe social.

Os seus filmes transpiravam sentimentalismo e pathos, já na era dos filmes sonoros, resistindo à conversão, assinou obras-primas de sátira social e política ainda com ressonância nos dias que correm, tal o universalismo das suas observações.

Nem sempre bem tratado, perseguido pela caça às bruxas de McCarthy na febre anti-comunista nos EUA viria a refugiar-se na Europa. Planeava filmar The Freak onde a sua filha, Victoria interpretaria um anjo, projecto que nunca teria oportunidade de concluir. Faleceu no dia de Natal de 1977, aos 88 anos de idade.

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